10 ESTRELAS FAMOSAS DA GLOBO QUE MORRERAM DE AIDS... - News

10 ESTRELAS FAMOSAS DA GLOBO QUE MORRERAM DE AIDS&...

10 ESTRELAS FAMOSAS DA GLOBO QUE MORRERAM DE AIDS…

morreu hoje de manhã no Rio depois de 5 anos de luta contra a Aides. Hoje irá emocionar-se com 10 astros da Globo que contraíram o vírus VIH e morreram cruelmente vítimas da Aides. [Música] Ícone das telenovelas da Globo nos anos 70 e 80. Sandra Brea conquistou o país com a sua beleza arrebatadora e talento versátil.

 O seu primeiro grande sucesso foi como Telma em O bem amado. Sem essa, certo? Qu lhe devo explicações sobre as minhas relações sexuais com o Dr. Joarez, nem a ninguém. Eu sou dona da minha vida. Vê se enfias isso na cuca, ok? Seguido de outros papéis marcantes em telenovelas, como ti ti, Elas por Elas e Bambolê. E qual é a mensagem, Mónica? Que é para você voltar lá que tem uma beleza inigualável.

Puxa vida, o Vctor Valentin ainda está a pensar em mim. Além da TV, protagonizou porno chanchadas e foi um símbolo sexual, pousando sem roupa várias vezes para revistas como a Playboy. Nos anos 90, a sua vida mudou drasticamente após contrair VIH. E sobre isso, há diferentes versões sobre como ela teria contraído o vírus.

 Partiu um enorme tabu ao ser uma das primeiras artistas a assumir publicamente a sorologia, utilizando a sua voz para a consciencialização. Toda a pessoa que vive com sida tem direito à informação, tem direito à igualdade de acesso aos serviços de saúde, tem direito a cuidados sem discriminação nos serviços de saúde. Após a descoberta, afastou-se da televisão e passou a ter uma vida reclusa.

 Já em 1999, foi diagnosticada com cancro do pulmão em fase avançada. Como recusou a quimioterapia, a doença desenvolveu-se mais. Assim, Sandra faleceu a 4 de maio de 2000, aos 47 anos, na sua residência em Jacarepaguá. O seu legado foi ofuscado por polémicas póstumas, como o desaparecimento misterioso do seu filho adotivo, Alexandre, a disputa judicial pela sua herança e pelos seus restos mortais esumados sem jazigo definitivo.

 Estrela da Geração Saúde dos anos 80, Cláudia Magno encarnou, como poucos, o espírito jovem e despojado da época, revelado no cinema em 1982, como a Patrícia do filme O Menino do Rio, que lhe valeu um convite da Globo para participar na novela Final Feliz. Que é que queria tanto falar comigo? Não sabe a confusão que armei.

Nesse dia o Adolfin foi lá pedindo para voltar, arrastando-se. Que que aprontaste desta vez, Patrícia? Pedi-o em casamento e ele topou. Topou. Tornou-se um ícone pop ao protagonizar clips como Bet Balanço do Barão Vermelho e Meu Erro dos paralamas do Sucesso. Na estação carioca emendou uma grande sequência de novelas, brilhando em enredos como Fera Radical, Viver a Vida, Roda de Fogo e Tieta.

Quem pagou ao Vick? O Seu Altino, seu Altino Flores ganhou o prémio de melhor atriz no Festival de Brasília pela sua atuação em presença de Marisa. Em 1993, durante as gravações de Sonho Meu, passou a sofrer de fadiga extrema. Na altura, ela também ensaiava para um musical com Jonas Block. Internada na clínica de São Vicente com pneumonia dupla, o seu quadro evoluiu para uma infecção generalizada.

 Faleceu a 5 de janeiro de 1994, aos 35 anos, deixando o meio artístico em choque. Oficialmente, a causa foi pneumonia tardiamente diagnosticada, mas rumores sobre a Aides persistiram. Amigos próximos de Cláudia, como a atriz Lúcia Veríssimo, sugeriram que teria contraído VIH do ator Marcelo Ibraim, o seu ex-namorado, falecido em 1986 com sintomas semelhantes.

 A família de ambos sempre negou, recusando exames. Ono trapalhão de riso estridente e suspensórios coloridos viveu uma dualidade. Enquanto o personagem Zacarias era infantil e extrovertido, o ator Mauro Faxio Gonçalves era reservado e espiritualista, último a entrar no grupo Os trapalhões. Em 1973, Mauro levou ao programa a sua expertise de rádio, onde criava vozes e imitava animais, e tornou-se o favorito das crianças com o seu jeito desastrado.

[Aplausos] Fora das câmaras, era um homem discreto. Divorciado da dobradora Selma Lopes, mantinha romances pouco divulgados, incluindo supostamente um relacionamento de anos com o também ator e humorista Carlos Leite, algo revelado póstumamente. Em 1989, uma dieta radical deixou Mauro com 20 kg a menos e o sistema imunitário fragilizado.

 O seu aspecto debilitado alimentou rumores de Aides, tanto mais que se isolou em sua casa em Maricá, evitando mesmo gravar para a TV. Faleceu a 18 de março de 1990, aos 56 anos, na Clínica São Vicente, com um atestado apontando insuficiência respiratória. Mas o documento, segundo relatos, teria rasuras suspeitas. Familiares do humorista sempre negaram que tivesse o vírus VIH.

 Uma curiosidade é que em 2024, durante o seu concerto na praia de Copacabana, a cantora Madonna incluiu o rosto e o nome de Zacarias num ato em homenagem às vítimas da Aides. Com um charme que misturava sofisticação e sensualidade, Thalis Pan Chacon conquistou o público nos anos 80, tornando-se um dos galãs mais marcantes da Globo.

 A sua atuação ao lado de Fernanda Torres, no filme Eu sei que vou amar-te, de 1986, consagrou a sua carreira e levou-o ao universo das telenovelas. A verdade de um homem é diferente da verdade de uma mulher. Eu fiz tudo por você. Bailarino e coreógrafo de formação, Thalis chegou a ser aluno da prestigiada escola de Morris Bejar, na Bélgica.

 O seu último trabalho foi no filme Lacerva Padrona, de 1997. realizado por Carla Camurati, sua ex-mulher e grande colaboradora artística. Mas antes de falecer, mesmo com a saúde fragilizada, mantinha um discreto regresso aos palcos. Apesar de já viver com o VIH desde os anos 80, Thalis nunca expôs publicamente a sua condição, preferindo lutar nos bastidores.

 O ator faleceu a 2 de Outubro de 1997, não muito longe de completar 41 anos em casa. vítima de complicações da doença. Tinha contraído o vírus uma década antes durante os ensaios da ópera Laerva Padrona. Carla Camurati sabia que o ator tinha Aíes e guardou com ele segredo por muito tempo. Em entrevista, a diretora já revelou que esconder a doença do ex-marido fez com que ela se sentisse mal durante anos.

 Com um sorriso cativante e talento versátil, Rodolfo Botino conquistou o público como um dos galãs mais carismáticos da Globo nos anos 80. O seu primeiro trabalho na emissora foi em Livre para Voar, de Walter Negrão, onde interpretou já um rapaz trabalhador e humilde. Mas foi como Lauro, o jovem sonhador da minissérie Anos Dourados, que se tornou um rosto conhecido.

A sua carreira seguiu em ascensão com participações em telenovelas como Ti ti Ti e bebé a bordo. Nos anos 2000, Botino se reinventou. Afastou-se das telenovelas para explorar outras paixões. Escreveu peças teatrais, apresentou programas de culinária como chefe de cozinha e se dedicou ao cinema com destaque para o seu papel no filme Benjamim.

 Em 2009, ao completar 50 anos, fez uma revelação pública. Vivia com AIV desde os anos 1990. num gesto corajoso, assumiu também a sua bissexualidade, tornando-se uma voz importante contra o preconceito. Na altura, declarou que nenhum VIH, cancro ou hepatite impedem a realização diária. O seu último trabalho foi uma participação no filme O Homem do Futuro.

Rodolfo Botino faleceu a 11 de dezembro de 2011, aos 52 anos. Ele sofreu uma embolia pulmonar fulminante enquanto fazia uma ressonância magnética. Com os seus olhos azuis e sorriso tímido, Lauro Corona conquistou o Brasil como um dos galãs mais acarinhados da TV nos anos 80. O seu estreia em Dancing Days foi um furacão.

Como par de Glória Pires, interpretou Beto, papel que lhe valeu o prémio à Associação Paulista de Críticos de Arte Melhor ator já na sua primeira novela. O sucesso repetiu-se em Baila Comigo, onde a sua personagem C Maia tornou-se fenómeno nacional, com os jovens a copiarem o seu visual de bandana. Que dia, hein? Já fiz do Leme.

 Eu publico-vos duas vezes já sabia. Há um amigo meu que ele faz do Leme até o Leblon. Lauro mostrou também a sua intensidade dramática em enredos como Louco Amor e Direito de Amar, a sua última parceria com Glória Pires. No entanto, nos bastidores, o craque vivia um drama silencioso. Em 1989, durante as gravações de Vida Nova, onde era um dos protagonistas, o seu corpo começou a fraquejar.

 Perda de peso, febres constantes e uma tosse que não passava. A Globo anunciou o seu afastamento por estafa. Mas os rumores eram outros. O Lauro teria aí. Ele se refugiou-se em Campos do Jordão, tentando recuperar com tratamentos alternativos no meio das especulações da imprensa. Quando regressou às gravações, estava irreconhecível, muito mais magro, pálido e com uma visível queda de cabelo.

 Lauro Corona mudou-se para a casa dos seus pais e isolou-se dos amigos. Quando o seu estado de saúde agravou-se, foi internado na clínica São Vicente, no Rio, onde faleceu no dia 20 de de julho de 1989, aos 32 anos. O atestado omitiu a palavra aí, enumerando apenas complicações como septicemia e insuficiência renal. Seus pais sempre negaram que tivesse o vírus, mas especula-se que os amigos próximos sabiam a verdade, assim como a Globo, que alterou a trama de vida nova para protegê-lo.

 A sua morte escancarou o tabu da época. Enquanto os fãs choravam nas bancas de revista, com as suas fotos estampando capas de revista, como contigo e amiga, o Brasil ainda hesitava em falar abertamente sobre os casos. Rubens Correa foi um dos grandes mestres do teatro brasileiro. Nascido em Aquidauana, Mato Grosso do Sul, formou-se no teatro Tablado e, ao lado de Ivan de Albuquerque, fundou o Teatro e Panema nos anos 60, tornando-se um dos principais difusores do teatro de vanguarda no Brasil.

 O seu trabalho em O Beijo da Mulher Aranha em 1981, tanto como ator como realizador, marcou época, revelando a sua habilidade em transitar entre o drama intenso e a delicadeza poética. Na TV destacou-se em telenovelas como Pantanal, Partido Alto e Guerra Sem Fim. Nos seus últimos anos de vida, enfrentou dificuldades financeiras e de saúde.

 Em 1995, descobriu ser seropositivo, mas manteve a condição em segredo até pouco antes de a sua morte. Internado na clínica São Vicente com pneumonia e anemia aguda, Rubens Correa faleceu a 22 de janeiro de 1996, um dia antes dos 65 anos. Apesar da morte ser oficialmente atribuída a uma arritmia cardíaca, amigos como Ivan de Albuquerque e Joana Fon confirmaram a relação com a Aides.

 Nas palavras de Joana, não havia vergonha porque esconder só reforçava o preconceito. Ícone do cinema marginal Paulo Vilassa, ficou para a história como o inesquecível protagonista de O Bandido da Luz Vermelha, filme de 1968 que sintetizou o seu estilo intenso e transgressor. Além do cinema, marcou o teatro em produções como Navalha na carne e fala baixo, senão grito.

 Na TV destacou-se em papéis em O Bof, os Adolescentes, Helena e Vale Tudo. Casado com Marília Pera nos anos 70, Vilassa manteve descrição sobre a sua vida pessoal. O seu último trabalho foi no filme Perfume de Gardénia, uma releitura do seu papel mais famoso como O Bandido da Luz Vermelha.

 Já doente, afastou-se dos holofotes em 1991 e faleceu a 24 de janeiro de 1992, no Rio de Janeiro. Vítima de complicações da SIDA. Paulo Vilassa tinha 58 anos e foi sepultado no cemitério de São João Batista. Com o seu olhar penetrante e aura enigmática, Carlos Augusto Strazer tornou-se um dos atores mais marcantes da TV nos anos 80.

Paulista de São Caetano do Sul, teve uma percurso de sucesso no teatro, protagonizando peças de êxito, como a Moratória, Evita e As Ligações Perigosas. Foi na televisão que ganhou mais notoriedade, destacando-se em papéis de vilões, personagens místicas e misteriosos. Na Globo, alguns dos seus personagens principais foram o místico Argemiro em Mandala, e o conselheiro Cresp Obrier em Que Rei Sou eu, novela da qual precisou de se afastar das gravações devido aos sintomas.

 Carlos foi um dos primeiros artistas a assumir publicamente o diagnóstico em 1991, mas a sua luta contra a doença começou anos antes. O seu último trabalho foi em O Sorriso do Lagarto, onde contracenou com Maitê Proça. O artista era espiritualista e procurou forças no Santo Daime e em previsões de mentores espirituais que o teriam avisado sobre a sua morte iminente.

 disseram que o seu sofrimento terminaria em fevereiro. E de facto, o ator partiu a 19 de fevereiro de 1993 em Petrópolis aos 46 anos, pesando apenas 39 kg. A causa oficial foi insuficiência respiratória, mas o cancro de pele e as infecções oportunistas revelavam o estado avançado do VIH em o seu corpo.

 Caik Ferreira era bailarino, cantor e ator de presença arrebatadora. A sua carreira nas artes performativas foi tão intensa quanto breve. Iniciou a sua carreira na peça A exceção e a regra, mas o seu maior destaque nos palcos foi na aclamada montagem de Giovan em 1987. Adaptação do romance de James Baldwin. Na televisão, os seus trabalhos mais marcantes foram nas telenovelas Brilhante e Corpo a Corpo, ambas de Gilberto Braga.

No cinema, marcou como a personagem Zé Branco em Aventuras de um Paraíba, mostrando versatilidade ao transitar entre o drama e a comédia. Em seus últimos anos, enquanto lutava contra Aides, Caik dedicou-se a escrever Wine da Noite, um romance autobiográfico sobre um homem em crise existencial perante uma doença terminal.

 Caik faleceu em 12 de janeiro de 1994, aos 39 anos no Rio. Vítima de complicações da SIDA. Ele foi sepultado no cemitério do Catumbi. Qual deles você mais gostava de ver na TV? Inscreva-se e deixe o seu gosto. Assista a este vídeo que está a aparecer aí no seu ecrã. Te vejo lá.

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